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Saiba as novidades e notícias da Eurofutton

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Este espaço é dedicado a partilhar novidades de produtos, do sector e algumas dicas para os seus clientes…

Tetra Pak avalia aplicação do grafeno na indústria de alimentos e bebidas

quinta-feira, 17 outubro 2019
A Tetra Pak se juntou ao projeto Graphene Flagship, da Comissão Europeia, como representante exclusiva da indústria de embalagens. O ingresso permite à companhia explorar possíveis aplicações do grafeno na produção de alimentos e bebidas. À base de carbono, o grafeno é um dos materiais mais finos conhecidos pela humanidade, com apenas um átomo de espessura, mas também incrivelmente resistente: cerca de 200 vezes mais forte que o aço. Ele é um excelente condutor de calor, eletricidade e tem uma grande capacidade de absorção de luz. O material abre espaço para inovações revolucionárias, com potencial para aplicações em praticamente qualquer indústria. Professor, físico e vencedor do Prêmio Nobel, Konstantin Novoselov diz que o grafeno tem o potencial de revolucionar uma variedade de processos e indústrias. “Desde o primeiro isolamento do grafeno em 2004, vimos um tremendo sucesso na aplicação do material nas indústrias de eletrônicos e automotiva. Estou confiante com a próxima fase do Graphene Flagship e com a possibilidade de explorar inovações na indústria de embalagens” , ele explica “O envolvimento da Tetra Pak com o Graphene Flagship é um exemplo de nossa ambição de levar a inovação para o próximo nível. É um privilégio ser o único representante da nossa indústria nessa iniciativa, o que nos coloca na vanguarda para enfrentar desafios por meio de pesquisa e desenvolvimento multidisciplinares, juntamente com nossos parceiros da indústria”, complementa Sara De Simoni, vice-presidente de engenharia de equipamentos da Tetra Pak. A Tetra Pak é líder em Pesquisa e Desenvolvimento no setor de embalagens, explorando o potencial do grafeno para uma série de inovações com possibilidade de revolucionar o setor de alimentos e bebidas, incluindo: Inovação do material da embalagem: está sendo examinada para ver como o grafeno pode contribuir para reduzir a pegada de carbono na cadeia de distribuição de embalagens. O grafeno também pode melhorar o desempenho dos materiais da embalagem atuais, habilitar novas funcionalidades e aumentar a reciclagem. Embalagens conectadas: com o desenvolvimento das embalagens conectadas, sensores flexíveis ultrafinos do grafeno podem ser integrados às embalagens, funcionando como condutores de dados para produtores, varejistas e consumidores. Os sensores de grafeno também podem ser menores, mais leves e mais baratos que os sensores tradicionais. Próxima geração de equipamentos: o estudo de como o grafeno pode ser utilizado para desenvolver equipamentos mais leves e eficientes em termos de energia tem o potencial para reduzir custo e o gasto energético na indústria. Com pequenas modificações necessárias nos equipamentos instalados, economiza-se tempo e dinheiro.

Físicos descobrem nova propriedade do grafeno: magnetismo

terça-feira, 30 julho 2019
Uma equipa de físicos da Universidade de Stanford observou uma forma de magnetismo – prevista, mas nunca vista – que é gerada quando duas redes de grafeno em favo de mel são empilhadas e cuidadosamente giradas num ângulo especial. Os autores do artigo científico, publicado no dia 25 de julho na revista Science, sugerem que o magnetismo, chamado de ferromagnetismo orbital, pode ser útil para determinadas aplicações, nomeadamente na computação quântica. “Não estávamos a centrar as nossas atenções no magnetismo. Descobrimos aquilo que poderá ser a descoberta mais excitante da minha carreira através de uma exploração parcial e completamente acidental”, confessou o líder da investigação, David Goldhaber-Gordon, em comunicado. “A nossa descoberta mostra que as coisas mais interessantes acabam muitas vezes por serem surpresas”, acrescentou, citado pelo EuropaPress. Os investigadores fizeram a descoberta enquanto tentavam reproduzir uma outra descoberta. No início de 2018, o grupo de Pablo Jarillo-Herrero, do MIT, anunciou que tinha conseguido uma pilha de duas folhas de átomos de carbono subtilmente desalinhados (grafeno de duas camadas trançado) para conduzir eletricidade sem resistência, uma propriedade conhecida como supercondutividade. Na altura, a descoberta foi uma confirmação surpreendente de uma previsão de quase uma década de que as folhas de grafeno giradas num ângulo muito particular devem replicar fenómenos interessantes. E parece que é mesmo verdade. Quando empilhado e torcido, o grafeno forma uma super-rede com um padrão de interferência ou moiré. “É como quando tocamos dois sons musicais com frequências ligeiramente diferentes”, disse Goldhaber-Gordon. “Como resultado, vamos conseguir uma batida que está relacionada à diferença entre as frequências dos dois sons. Isto é semelhante ao que se obtém ao empilhar duas treliças, uma sobre a outra, e ao torcê-las para que não fiquem perfeitamente alinhadas”, continuou. A super-rede formada quando o grafeno girava a 1,1 graus faz com que os estados de energia normalmente variados de eletrões no material entrem em colapso, criando o que os físicos chamam de banda plana onde a velocidade em que os eletrões se movem cai para quase zero. Após esta desaceleração, os movimentos de qualquer eletrão tornam-se altamente dependentes dos eletrões da sua vizinhança. Estas interações estão no centro de muitos estados quânticos exóticos da matéria.

Como cuidar do seu colchão...

segunda-feira, 08 julho 2019
É sempre bom saber como limpar o colchão que utilizamos diariamente, considerando a sujidade que nele se acumula, e sendo esta uma superfície onde passamos tanto tempo. Já é sabido que nele moram os ácaros e as células mortas da pele, mas muitos colchões também contêm sangue, suor, urina e outros fluidos corporais, juntamente com mofo e bolor a crescer sobre todas estas coisas. Depois de saber isto, provavelmente está a pensar que, com tudo isto, nunca mais vai conseguir dormir em condições, mas não tem que se preocupar. Basta seguir as próximas dicas e vai ficar a saber como limpar o colchão do seu quarto. Antes de limpar o colchão, tire e lave a sua roupa de cama. Lave e seque a sua almofada em primeiro lugar, em seguida, os lençóis e, finalmente, a sua colcha ou edredon. Utilize a temperatura mais quente permitida, tanto da água, como da secagem na máquina, se for esse o caso. O calor vai matar os ácaros.   Como limpar o colchão: 1. Aspire-o • O acessório para estofos que vem normalmente com o seu aspirador, é o seu principal aliado para limpar o colchão. Comece no topo, vá percorrendo até abaixo e, em seguida, aspire dos lados, da mesma maneira. 2. Desodorize-o • Para limpar o colchão de bolor, polvilhe-o bem com bicarbonato de sódio e esfregue-o com uma escova de cerdas duras. Se quer perfumar o seu colchão, misture ao bicarbonato de sódio algumas gotas de óleo do seu aroma preferido. A lavanda tem fama de ser um bom auxílio para dormir. Deixe o bicarbonato de sódio assentar durante 10 minutos. 3. Aspire-o Novamente • De seguida, aspire o colchão novamente. Aspirar agora vai ajudar a puxar para fora a humidade e vai também garantir que não acorda revestido com resíduos de pó no dia seguinte. 4. Retire as manchas • Os colchões normalmente adquirem três tipos de manchas: sangue, urina, e o que vamos chamar de “outros fluidos corporais”. O ideal seria tirar as manchas imediatamente com água fria e um pouco de detergente de loiça (a água quente realça este tipo de manchas), mas às vezes, o sono é mais importante e as manchas acabam por ficar mais tempo no colchão do que seria de esperar.  

S. Pedro 2019 em Torres Vedras

segunda-feira, 17 junho 2019
A Feira de São Pedro está de volta à cidade de Torres Vedras, com a edição deste ano - que decorre entre 27 de junho e 7 de julho no Parque Regional de Exposições – a apresentar preocupações em torno do ambiente. A Feira de São Pedro vai ser um Eco Evento, com o certame a voltar a associar-se à iniciativa da Valorsul que desafia os organizadores de eventos a comprometerem-se com a redução do seu impacto ambiental. Este ano poderá encontrar a Fallasleep pela 1ª vez neste evento, por onde a Eurofutton já vem traçando o seu caminho...

Expofacic 2019 em Cantanhede

segunda-feira, 17 junho 2019
A Expofacic vem sendo realizada desde 1991 em Cantanhede. Este ano pela 1ª vez a FALLASLEEP vai também tomar parte deste certame que combina música, gastronomia, exposições e negócios. São 8 os palcos que estão distribuídos pelo recinto, e cujo cartaz já está fechado com animação garantida todos os dias!!! Venha visitar-nos próximo da entrada Porta B - stand 149/150 Fallasleep - construir sonhos, dando descanso às preocupações

Cérebro: está dentro de nós o próximo grande gadget

quinta-feira, 14 março 2019
Os avanços na ciência estão a fazer do nosso computador biológico a próxima grande fronteira na evolução humana. Fazer uploads e downloads para o cérebro já não é uma questão de "se", é apenas uma questão de "quando". O orgulho na cara da Anton Guimerà era evidente e dois motivos explicam isso: o passo importante que o espanhol e a sua equipa de investigadores deram rumo a um melhor entendimento e comunicação com o cérebro; e o facto de esta mesma investigação ter sido capa da consagrada revista científica Nature Materials. "Estamos a desenvolver interfaces cerebrais baseados em grafeno. Tiramos partido das vantagens do grafeno para produzir sondas mais confortáveis e para gravar sinais do cérebro em frequências muito baixas e que não podem ser registadas por outras tecnologias", explica-nos o investigador do Instituto de Microeletrónica de Barcelona (IMB-CNM CSIC). O que Anton e os restantes investigadores conseguiram foi criar uma forma de ouvir os "sussurros" do cérebro, o que aumenta de forma significativa a informação que é possível recolher relativamente à atividade cerebral. Este avanço abre portas importantes na monitorização de doenças, como a epilepsia, "nas quais as frequências baixas representam um papel importante dentro do cérebro, pois permitem perceber os mecanismos da epilepsia e ter ferramentas para monitorizar esses sinais." Por outro lado, diz ainda, permite ter um maior número de locais de registo de atividade cerebral para o mapeamento da produção da fala e isto pode ser importante em pacientes que tiveram acidentes vasculares cerebrais (AVC). Em última instância, ao saber aquilo que o cérebro "pensa", será depois possível criar um equipamento que ligue esses pensamentos a um assistente digital para que fale por nós. O que parece a concretização de uma ideia digna de Hollywood é apenas o arranhar da superfície de uma mina de possibilidades que ainda estão por descortinar. "Há muito trabalho por fazer na ciência básica para perceber os mecanismos do cérebro para codificar a informação. Quando forem conhecidos, é possível perceber que podemos construir tecnologia para descarregar a informação do cérebro, mas tem de se perceber primeiro como esta informação é codificada", sublinha Anton Guimerà. Ensinar computadores a pensar como humanos Se por um lado estão a ser feitos avanços para colocar o cérebro mais em linha com aquilo que é possível fazer num computador, o caminho inverso também está a ser feito. É por isso que desde a década de 1950 se tem tentado ensinar os computadores a comportarem-se mais como o cérebro humano. Só agora, na segunda década do século XXI, é que a inteligência artificial, aquela que põe as máquinas a pensar como humanos, está a mostrar o seu verdadeiro potencial. Um exemplo: investigadores da Deep­Mind criaram no final de 2017 um algoritmo de inteligência artificial, o AlphaZero, que aprendeu, sozinho, a jogar três dos jogos de tabuleiro mais complexos que existem - xadrez, shogi e Go. E só precisou de 24 horas para se tornar mestre nestes três desafios. A empresa Neuralink do milionário Elon Musk está a trabalhar para permitir o carregamento de informação para o cérebro. "Apercebi-me nos anos recentes de que a inteligência artificial vai obviamente passar a inteligência humana em grande medida", disse. Para Musk, a única forma de não sermos subjugados à vontade das máquinas é fazermos upgrade às nossas capacidades enquanto humanos. São estes avanços que estão a fazer mover outras peças no xadrez da tecnologia, como a empresa Neuralink, do milionário Elon Musk, que está a trabalhar para permitir o carregamento de informação para o cérebro. Porquê? "Apercebi-me nos anos recentes de que a inteligência artificial vai obviamente passar a inteligência humana em grande medida", disse o sul-africano em 2017, durante uma entrevista. Para Musk, a única forma de não sermos subjugados à vontade das máquinas é fazermos upgrade às nossas capacidades enquanto humanos. Uma visão que para Martin Wezowski, designer líder e futurista na tecnológica alemã SAP, não está correta. "Já estamos a assumir que é competição [entre humanos e máquinas]. Isso é uma suposição injusta. Diria que a tecnologia e os humanos estão sempre a viver numa simbiose. Olha para o fogo, inventámos o fogo e começámos a controlá-lo", exemplificou. O perito tem uma palavra para esta mistura entre humano e máquina que parece inevitável - Humachine. "Não existe o nós contra eles. É nós, ponto final." Martin é um crente na infusão de tecnologia no cérebro humano e explica a sua posição com recurso à palavra francesa amour, que significa amor. "Se vemos que os caminhos neurais se ligam de determinada forma para criar uma memória, como o de uma palavra em francês, que tal fazer essa conexão, mas sem se ter a memória? Basicamente, implantar informação. Com a nanotecnologia ou com outras investigações em que pode influenciar-se o cérebro com luz, pode lá colocar-se informação. Um dia, ao beber um café cheio de nanorrobôs, o que estás a beber é o caminho para a língua francesa." Este é um futuro, nas palavras do próprio Martin, "possível", mas que agora é "imaginário", é "ficção científica". O que por si só acaba por não ser um problema, pois sonhar com o que parece impossível é o que faz alguém, como Anton Guimerà, mover as pedras necessárias para criar o caminho até à visão final.

Ler e-mails na manga da camisa? Tecnologia portuguesa junta eletrónica e têxtil

segunda-feira, 21 janeiro 2019
Tecnologia desenvolvida em parceria com a Universidade de Aveiro permite criar peças de roupa com ecrãs tácteis. Trata-se de uma técnica inovadora permite integrar dispositivos baseados em grafeno diretamente em fibras têxteis, mantendo o aspeto, flexibilidade e toque de tecido. Imaginar ecrãs tácteis em peças de roupa já não é exclusivo dos livros de ficção científica e, apesar de ainda não ser possível ler uma e-mail na manga da camisa, já existe tecnologia portuguesa que, a breve trecho, tornará esta possibilidade numa realidade. Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro “ajudou a desenvolver uma técnica pioneira que permite que fibras totalmente eletrónicas sejam entrelaçadas em tecidos têxteis”, revelou a universidade em comunicado, esta segunda-feira. “A descoberta pode revolucionar a criação de dispositivos eletrónicos vestíveis para uso numa variedade de aplicações diárias, desde o acesso ao correio eletrónico até aos diagnósticos médicos”. Uma parceria entre o CICECO – Instituto de Materiais de Aveiros, uma das unidades de investigação da Universidade da Aveiro, o centro belga de investigação em têxteis CENTEXBEL e a Universidade inglesa de Exeter, desenvolveu uma tecnologia que “integra os dispositivos eletrónicos no tecido, revestindo fibras eletrónicas com componentes leves e duráveis que permitirão que imagens e sinais luminosos sejam mostrados pelo próprio tecido”. Esta nova técnica contrasta com o que se tem vindo a fazer até agora e que consiste em colar dispositivos nos tecidos das roupas, tornando-os rígidos. Helena Alves, investigadora do CICECO, explica que a técnica que ajudou a desenvolver consiste numa técnica “que permite integrar dispositivos baseados em grafeno diretamente em fibras têxteis, mantendo o aspeto, flexibilidade e toque de tecido”. No entanto, a parceria ainda só criou “sensores de toque, tal como os usados nos ecrãs sensíveis ao toque, e dispositivos que emitem luz” disse. De resto, os investigadores frisaram o potencial da nova tecnologia que poderá revolucionar a forma como consultamos informação, ao introduzir ecrãs táteis na roupa.  “A criação de dispositivos eletrónicos vestíveis para uso numa variedade de aplicações diárias, seja no simples acesso ao email através da roupa, seja na monitorização do estado de saúde através de sensores que permitem medir, por exemplo, a frequência cardíaca e a pressão arterial, e avisar quando algo está mal”, lê-se na nota. A investigadora do CICECO garantiu ainda que “a combinação destes dispositivos permite, por exemplo, criar touch-screens em tecidos ou objetos revestidos com têxteis, para visualizar informações”.

Foto reportagem - Portugal em Destaque nº34

segunda-feira, 17 dezembro 2018
A Eurofutton foi notícia esta semana! A terminar o ano de 2018, o Jornal I lançou para as bancas, no seu semanário, a revista Portugal em Destaque, desta feita com o especial Anuário 2018!!! No interior poderá encontrar uma foto-reportagem detalhada com a entrevista levada a cabo à atual gerência: Bruno Serra e Ricardo Serra, 2 jovens irmãos que aspiram a elevar o mundo dos colchões a um novo patamar! "Não deve subestimar a importância de um bom colchão! As oito horas de sono diárias resultam num total de quase 3.000 horas despendidas no conforto da cama por ano. Por isso, neste culminar de 2018, a Portugal em Destaque esteve à conversa com Bruno e Ricardo Serra, responsáveis da Eurofutton, a colchoaria trofense que se encontra na vanguarda da produção nacional!" in Portugal em Destaque, ed. 34 https://issuu.com/portugalemdestaque/docs/miolo_anu_rio2018_ped_online/96

Decorhotel 2018 - Exponor Porto

terça-feira, 16 outubro 2018
DECOR HOTEL – 2ª Edição Feira Profissional de Equipotel, Construção, Produtos e Serviços para hotéis e similares, de 18 a 20 de Outubro de 2018 na Exponor - Porto. Pretende-se reunir uma grande oferta de empresas de todos os setores necessários à construção e remodelação de unidades hoteleiras. Com este objetivo queremos que marquem presença Arquitetura e Design de interiores; Mobiliario e Decoração, Interiores para wc, Palamenta e Cutelarias; Têxteis para Hotelaria, Alcatifas e Papel de Parede; Iluminação, Colchões, Mobiliario urbano e projetos de decoração de jardins; Piscinas entre outros setores necessários às unidades hoteleiras.   Sendo uma oportunidade ímpar para apresentar produtos, serviços, inovações, auscultar o mercado, renovar contactos e concretizar negócios, convidamo-lo a marcar presença neste evento.   Participe na DECOR HOTEL! Um mundo de novas soluções para preparar o futuro! Esperamos a vossa visita de 18 a 20 de outubro de 2018 no stand B27 Pavilhão 4 Exponor - Porto - Portugal
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